Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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A Meta anunciou que, a partir de 2026, os funcionários passarão a ser avaliados com base na sua capacidade de usar inteligência artificial (IA) para gerar resultados e aumentar a produtividade. Este critério, chamado ‘impacto impulsionado por IA’, pretende tornar o uso da IA uma parte intrínseca do trabalho diário em todos os departamentos, não apenas na engenharia.

A iniciativa integra a estratégia da Meta de criar uma cultura ‘nativa de IA’, incentivando todos os colaboradores a adotarem estas tecnologias nas suas funções.

Para apoiar esta transição, a Meta vai disponibilizar ferramentas internas, como a Metamate e o Gemini da Google, que ajudam os funcionários a redigir autoavaliações e compilar resultados de projetos. Algumas iniciativas já existentes incluem a utilização de IA em entrevistas de programação e o jogo interno ‘Level Up’, que premia quem integra a IA de forma inovadora no trabalho. O objetivo é que os colaboradores destaquem nas suas avaliações os ‘sucessos alimentados por IA’, de modo a que quem contribua significativamente nesta área seja reconhecido e recompensado.

Outras gigantes tecnológicas, como Microsoft, Google e Amazon, também têm incentivado a adoção intensa da IA, mostrando uma tendência clara do setor em transformar estas ferramentas em componentes essenciais do trabalho. A Meta, contudo, não incluirá oficialmente os critérios de IA nas revisões de 2025, mas está a preparar o terreno para que a avaliação futura valorize quem domina estas tecnologias.

Apesar das vantagens em produtividade e inovação, este novo modelo levanta questões sobre justiça e critérios de avaliação. Avaliar funcionários pelo ‘impacto de IA’ pode favorecer aqueles que dominam ferramentas tecnológicas em detrimento de competências humanas menos tangíveis, como criatividade ou trabalho em equipa.

Consequências: as empresas tecnológicas estão, em todo o mundo, a cortar no número de postos de trabalho. Uma análise recente da RationalFX indica que, em 2025, o sector tecnológico já despediu 241.818 colaboradores, dos quais 13,5% trabalhavam na Europa.

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