Frase do dia

  • “A ação militar (dos EUA e Israel no Irão) está a alastrar rapidamente à região, criando uma situação cada vez mais volátil e imprevisível”, António Guterres
  • “A ação militar (dos EUA e Israel no Irão) está a alastrar rapidamente à região, criando uma situação cada vez mais volátil e imprevisível”, António Guterres
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Sara Correia está a viver um momento único na sua carreira. Aos 32 anos, a fadista chega à fase mais madura da sua vida artística com um novo álbum e uma estreia no palco maior do País: a MEO Arena, em Lisboa. O álbum chama-se ‘Tempestade’, e o nome não poderia ser mais simbólico. Em exclusivo ao 24Horas, a também jurada do ‘The Voice’ explica que representa não só a intensidade das emoções que atravessou nos últimos anos, mas também a força interior que construiu depois de uma recente cirurgia às cordas vocais.

Crédito: Maria Rita

“Começámos a trabalhar nele, no ano passado, no meio de tantos concertos. Significa muito para mim: é uma reflexão pessoal, uma forma de falar sobre o que passei e de mostrar que consegui superar tudo aquilo que me desafiou”, conta Sara Correia ao 24Horas, numa conversa intimista.

O disco é especial por várias razões: foi escrito quase exclusivamente por mulheres e aborda temas que atravessam experiências universais – dor, amor, desilusão, carinho e, acima de tudo, força. “Nunca tinha feito um álbum que falasse tanto sobre a força da mulher, e quem melhor do que as mulheres para contarem essas histórias?”, questiona-se Sara.

O resultado é um conjunto de canções que não se limitam a um género, passeando do fado à canção popular, e até estabelecendo pontes com o hip-hop.

Ao falar sobre o processo criativo, a fadista confessa que todos os temas foram escolhidos a dedo. “Devemos cantar apenas o que sentimos. Este disco é diferente, cada música transmite algo de profundo e verdadeiro.” O trabalho, esse, é também um manifesto: “Espero que seja um farol de luz, um refúgio para quem o ouvir, ajudando as pessoas de alguma forma.”

O palco da MEO Arena vai receber Sara Correia pela primeira vez, no dia 7 de março, e a fadista admite que, apesar da experiência e da confiança, a adrenalina é inevitável. “Estou nervosa, mas é um nervoso bom. Sem essa emoção, não teria graça. Quero dar tudo de mim, para que o público saia de lá com um sorriso e feliz.” O concerto promete ser uma verdadeira montanha-russa, refletindo a diversidade e intensidade do álbum: momentos de dor e paixão, seguidos de pausas de calma e introspeção.

Crédito: Catarina Rocha

Sara Correia revela ainda, ao 24Horas, que o espetáculo terá convidados especiais, incluindo Pedro Abrunhosa, cujo papel na sua trajetória musical considera fundamental: “O Pedro foi uma grande influência na minha vida artística. Cantar com ele na Meo Arena é uma honra e algo obrigatório.”

Para Sara, a música é também uma forma de dar voz a quem não a tem. Ao abordar temas como a violência doméstica, a fadista procura representar mulheres que vivem em silêncio e inspirar coragem. “Se puder ajudar alguém a sair desse silêncio, estou a fazer o que a música deve fazer”, explica.

Olhar para trás também é importante. Sara Correia reflete sobre a menina que cresceu em Chelas e a juventude que a formou, mantendo sempre aquela criança interior viva no seu quotidiano: “É essa criança que me dá as armas para cantar com verdade e intensidade.”

Apesar de toda a maturidade adquirida, a artista mantém a mesma paixão e abertura para experimentar outros estilos musicais. “Não consigo cantar sem o meu trajeto de fadista, mas estou aberta a explorar, desde que faça sentido para mim. O fado é a minha matriz, mas cabe em todo o lado”, garante, entre sorrisos.

Ao falar do futuro, Sara é clara: quer ser lembrada como alguém que trouxe luz aos corações das pessoas, inspirando esperança e mostrando que é possível seguir os sonhos. Com ‘Tempestade’, a cantora não só assinala uma nova fase da carreira, como reforça a sua posição como uma das artistas portuguesas mais relevantes da atualidade.

E o próximo passo? Continuar a sonhar, cantar pelo País e pelo mundo – Londres e Paris estão no horizonte – e continuar a mostrar que a força e a verdade de uma mulher podem transformar cada palco numa experiência inesquecível.

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