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  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
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A onda de depressões meteorológicas que nas últimas semanas tem fustigado vários países da Europa deixou a nu diversas narcolanchas que, tentando fugir à força do mar procuraram refúgio nas margens do rio Guadalquivir, em Espanha. Alertadas para a situação, as autoridades espanholas tentaram agir rapidamente e apreender as embarcações, mas foram recebidas com um tiroteio.

Foi no sábado, dia 24, que a Guardia Civil localizou diversas embarcações semi-rígidas, usadas no narcotráfico, junto das margens do rio Guadalquivir, numa região designada por Brazo de la Torre, na província de Sevilha, onde tentavam escapar à agitação marítima severa que se tem feito sentir na Península Ibérica.

Foi de imediato acionado o Grupo de Ação Rápida (GAR) desta força militar, que chegou ao terreno apoiado por um helicóptero de serviço. A ação dos agentes foi recebida a tiro no local, onde vários suspeitos permaneciam nas embarcações. As autoridades ripostaram com disparos de intimidação, e a intervenção policial acabou por se concluir sem registo de ferimentos causados por armas de fogo.

A operação conduziu à detenção de quatro pessoas , tendo também sido apreendidas todas as narcolanchas que ali permaneciam.

O subdelegado do Governo em Sevilha, Francisco Toscano, destacou a intervenção da Guardia Civil. “Esta intervenção resulta tanto do intenso acompanhamento como do reforço das ações de vigilância e investigação que a Guarda Civil vem desenvolvendo no rio Guadalquivir. A presença policial nas águas de Sevilha é especialmente importante em períodos de temporal, altura em que se sabe que embarcações ilegais tentam subir o rio em busca de refúgio”, frisou o responsável governativo.

Crédito: ‘Diario de Sevilla’

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