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  • “Os EUA não podem fazer à China o mesmo que fizeram a Cuba”, Miguel Sousa Tavares
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O caçador de fósseis Jason Howery protagonizou um achado arqueológico impressionante ao retirar das águas geladas de um rio, próximo de Ravenwood, no Missouri, nos EUA, um fémur pré-histórico com cerca de 42 quilos. A descoberta, realizada a 13 de fevereiro de 2026, está a captar a atenção de especialistas pela sua dimensão e estado de conservação excecional.

A peça, que se acredita pertencer a um mamute ou mastodonte, foi descrita por Howery como o espécime “mais bem preservado” que alguma vez encontrou em anos de explorações fluviais. O momento da extração, documentado em vídeo, mostra o esforço físico necessário para retirar o osso maciço da lama, evidenciando a escala da megafauna que outrora percorreu as planícies do Midwest americano.

Especialistas locais indicam que a bacia hidrográfica do Missouri é um terreno fértil para este tipo de vestígios, mas a integridade deste fémur em particular é rara. Howery planeia integrar a descoberta no seu Paleo Outreach Program, um projeto educativo que leva a história da Era do Gelo às escolas. O achado será agora submetido a análises detalhadas para determinar a espécie exata e a antiguidade do animal, oferecendo novos dados sobre o ecossistema pré-histórico da região.

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