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  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
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Um lançamento espacial realizado na noite desta segunda-feira, dia 22, no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, terminou com a explosão do foguetão HANBIT-Nano, de fabrico sul-coreano, poucos instantes após a descolagem. A operação integrava a chamada ‘Spaceward’ e envolvia parcerias entre a Força Aérea Brasileira e a Agência Espacial Brasileira.

O lançamento ocorreu por volta das 22:13 (hora de Brasília) e, segundo informações preliminares, decorreu de forma normal nos primeiros segundos. No entanto, uma anomalia técnica durante a subida levou à perda de controlo do foguete, que acabou por cair e explodir na área do complexo de lançamento. Equipas de emergência foram acionadas e não há registo de feridos.

A missão previa a colocação de várias cargas úteis em órbita terrestre baixa, incluindo pequenos satélites desenvolvidos por instituições brasileiras e parceiros internacionais. As causas do acidente ainda estão a ser apuradas, e uma investigação técnica deverá ser conduzida nos próximos dias para identificar a origem da falha.

O episódio reacende a memória de um dos momentos mais marcantes e trágicos da história do programa espacial brasileiro. Em 22 de Agosto de 2003, uma explosão na plataforma de lançamento de Alcântara destruiu o Veículo Lançador de Satélites (VLS-1) durante os preparativos finais para um voo orbital. O acidente causou a morte de 21 técnicos e engenheiros, provocando um forte abalo no setor espacial do país e atrasando por anos os projetos nacionais de lançamento.

Apesar do historial marcado por desafios, Alcântara continua a ser considerada uma base estratégica devido à sua localização próxima da linha do Equador, que permite maior eficiência energética nos lançamentos. O insucesso desta noite, contudo, volta a expor os riscos inerentes às operações espaciais e a necessidade de rigor técnico elevado em missões desta natureza.

As autoridades brasileiras ainda não divulgaram um balanço final sobre os danos nem um prazo para a retoma de novos lançamentos a partir da base maranhense.

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