Frase do dia

  • “Paulinho é muito inteligente. Mas é preciso ter sorte para encontrar o seu lugar”, Roberto Martínez
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No dia 24 de março, Cabo Verde realizou o seu primeiro transplante renal no Hospital Universitário Dr. Agostinho Neto, na cidade da Praia. A operação foi um sucesso e marca um momento muito importante para a medicina no país, especialmente no tratamento de pessoas com Doença Renal Crónica. O paciente foi um homem de 44 anos que recebeu um rim da sua irmã, ambos da ilha do Fogo.

O avanço só foi possível com a colaboração entre profissionais de saúde de Cabo Verde e de Portugal, com destaque para a ajuda do Hospital de Santo António, que deu apoio técnico através da sua unidade de transplante renal.

O 24Horas falou com Eurico Castro Alves, diretor da clínica de cirurgia do Hospital Santo António, que disse ser, “sem dúvida, um marco muito importante na história do país” e que se deve “reconhecer o mérito e a visão de quem governa neste momento o Ministério da Saúde de Cabo Verde, porque de facto isto é um importante serviço à população e aumenta muito a qualidade e a longevidade das pessoas que têm estas doenças que são frequentes”.

O Hospital de Santo António colaborou com os profissionais de saúde cabo-verdianos e Eurico Castro Alves mostrou-se muito satisfeito pelo hospital ter ajuda a fazer história: “O Hospital de Santo António faz parte do grupo dos hospitais pioneiros da transplantação em Portugal. Iniciámos o processo de transplantação renal, hepática, pancreática. Temos técnicos de excelência, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde com grandes qualificações nesta matéria. Estamos muito contentes que alguns dos nossos médicos e enfermeiros tenham participado e dado o seu contributo para cumprir esta visão do governo de Cabo Verde.

Quando questionado pelo 24Horas se este avanço da medicina em Cabo Verde poderia aliviar a ‘pressão’ sobre o nosso Sistema Nacional de Saúde, (SNS), visto que os cabo-verdianos tinham de recorrer a Portugal em casos de transplantes renais, Eurico Castro Alves respondeu de forma afirmativa: “Claro, sem dúvida nenhuma. A doença renal tem múltiplas variáveis e obriga o doente a recorrer frequentemente ao hospital, até por outras razões. Portanto, além de ser um grande avanço na qualidade dos serviços, é também um avanço na qualidade da vida das pessoas. Têm que se deslocar menos, tem serviços mais acessíveis e é um avanço também para o sistema que tem menos pressão, ou seja, vai haver menos doentes a recorrer aos serviços dos hospitais porque, foram transplantados e têm o seu problema de saúde resolvido.”

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