Frase do dia

  • “Fiz este filme para os meus filhos, para lhes pedir desculpa pela porcaria que estamos a deixar neste mundo que lhes estamos a entregar”, Paul Thomas Anderson, realizador de 'Batalha Atrás de Batalha
  • “Fiz este filme para os meus filhos, para lhes pedir desculpa pela porcaria que estamos a deixar neste mundo que lhes estamos a entregar”, Paul Thomas Anderson, realizador de 'Batalha Atrás de Batalha
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Donald Trump, de 79 anos, à margem da guerra no Médio Oriente – que envolve os Estados Unidos (EUA), Israel e o Irão –, fez uma publicação na sua rede social, a Truth Social, onde deixa muitas críticas aos países da NATO por não se quererem envolver na sua “operação militar”.

“Os EUA foram informados pela maioria dos nossos ‘aliados’ da NATO de que não querem envolver-se na nossa operação militar contra o regime terrorista do Irão, no Médio Oriente”, começou por dizer o presidente norte-americano. “Isto acontece apesar de quase todos os países concordarem firmemente com aquilo que estamos a fazer e de que o Irão não pode, de forma alguma, ter permissão para possuir uma arma nuclear.”

Donald Trump diz, no entanto, não estar surpreendido com a postura dos países da Aliança do Atlântico Norte: “Não me surpreende esta atitude, pois sempre considerei a NATO – onde gastamos centenas de milhares de milhões de dólares por ano a proteger esses mesmos países – uma via de sentido único: nós protegemo-los, mas eles não fazem nada por nós, especialmente num momento de necessidade.”

Mas nem só os países da NATO sofreram a fúria do presidente americano: “Devido ao sucesso militar que alcançámos, não ‘precisamos’ nem desejamos mais da ajuda dos países da NATO – NUNCA PRECISÁMOS! O mesmo se aplica ao Japão, à Austrália ou à Coreia do Sul.”

O líder dos EUA afirma ainda que “dizimámos as forças armadas do Irão”. Trump destaca o facto dos EUA terem destruído a Marinha, a Força Aérea, o Sistema Antiaéreo e de Radar do Irão e “talvez o mais importante, os seus líderes, em praticamente todos os níveis, foram eliminados, para nunca mais nos ameaçarem, nem a nós, nem aos nossos aliados do Médio Oriente, nem ao mundo”.

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