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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Donald Trump, de 79 anos, deu a mão a Vladimir Putin (73), decidindo aliviar temporariamente as restrições impostas ao petróleo da Rússia, numa tentativa de reduzir a pressão sobre o mercado energético mundial.

O Departamento do Tesouro norte-americano autorizou, até dia 11 de abril, a venda e o transporte de petróleo russo que já se encontrava em navios no mar. A licença temporária permite que esse petróleo seja descarregado e comercializado, com o objetivo de aumentar a oferta global e ajudar a estabilizar os preços da energia.

A decisão foi tomada depois de os preços do petróleo ultrapassarem os 100 dólares por barril, numa altura em que a guerra no Médio Oriente – a envolver os EUA, Israel e Irão – e o bloqueio da navegação no Estreito de Ormuz criaram medos de uma interrupção no fornecimento mundial.

De acordo com responsáveis da administração americana, a medida é temporária e pretende apenas aliviar a escassez da oferta, não representando uma mudança na política de sanções contra Moscovo.

A decisão também gerou muitas críticas entre aliados europeus e autoridades da Ucrânia. O presidente deste país, Volodymyr Zelenskyy, recordou que a medida poderá enfraquecer os esforços internacionais para pressionar o governo de Vladimir Putin a terminar a guerra na Ucrânia.

Apesar das críticas, Washington defende que a prioridade é evitar uma crise energética global e proteger os consumidores de aumentos ainda mais elevados nos preços dos combustíveis. A administração norte-americana também deixou em aberto a possibilidade de adotar novas medidas caso a instabilidade no mercado petrolífero continue.

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