Frase do dia

  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
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Donald Trump, de 79 anos, deixou no ar a possibilidade de Washington ter realizado um ataque militar em solo venezuelano, numa operação mantida sob forte sigilo e alegadamente executada na noite de Natal. As declarações foram feitas numa conversa radiofónica com o empresário John Catsimatidis, dono da estação nova-iorquina WABC, e só ganharam destaque público dias depois.

No áudio, o presidente dos Estados Unidos refere a destruição de uma “grande instalação” associada à saída de embarcações, afirmando: “Há duas noites eliminámo-la”. Embora não tenha mencionado diretamente o país, o contexto da conversa aponta para a Venezuela, alvo de ameaças reiteradas da Casa Branca nos últimos meses.

Já esta segunda-feira, dia 29, à margem de uma reunião com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, Trump voltou ao assunto e deu mais pormenores, garantindo que a operação foi “rápida”. “Houve uma grande explosão na zona do cais onde carregavam as lanchas com droga. Já tínhamos ido atrás dessas lanchas e agora atacámos a área. Essa zona de operações deixou de existir”, afirmou.

Questionado pelos jornalistas sobre quem executou a ação, Trump recusou esclarecer se esteve envolvido o exército norte-americano ou outra agência, como a CIA. “Não quero dizer isso. Sei exatamente quem o fez, mas não quero dizer. Foi ao longo da costa”, limitou-se a responder.

A alegada ofensiva enquadra-se na chamada Operação Lança do Sul, uma campanha militar lançada por Washington em setembro, que tem incluído ataques a supostas narcolanchas e a interceção de navios ligados à Venezuela. Segundo várias organizações, essas ações já terão resultado em mais de uma centena de mortes extrajudiciais.

Altos responsáveis dos EUA confirmaram que o alvo destruído seria uma infraestrutura ligada ao narcotráfico, mas recusaram revelar a localização ou detalhes adicionais. A CIA e a Casa Branca optaram igualmente pelo silêncio.

Do lado venezuelano, o caso levanta ainda mais dúvidas: Caracas não denunciou oficialmente qualquer ataque, nem surgiram informações independentes no terreno, algo pouco habitual num cenário de agressão externa.

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