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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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50 milhões de dólares [43 milhões de euros] é agora a quantia oferecida pela entrega, às autoridades norte-americanas, do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

O anúncio foi feito pela procuradora-geral americana, Pamela Bondi, que acusa Maduro de ser “um dos maiores narcotraficantes do mundo”. Ao mesmo tempo, garante que o presidente venezuelano ‘invade’ os Estados Unidos com “cocaína banhada em fentanil” e refere que foram apreendidas “30 toneladas de cocaína ligadas a sócios” do sucessor de Chávez, sete das quais ligadas diretamente a este.

Bondi não se fica por aqui e frisa que o líder venezuelano “é uma ameaça à segurança nacional. Sob a liderança do Presidente Trump, Maduro não vai escapar à justiça e será responsabilizado pelos seus crimes horrendos”.

A recompensa duplicou. Anteriormente era de 25 milhões de dólares. Agora, está ao nível da recompensa que foi oferecida pela captura de Bin Laden, responsável pela ação terrorista de 11 de Setembro.

Yvan Gil, chefe da diplomacia venezuelana, acredita que tudo isto não passa de propaganda, para que os olhares deixem de estar virados para a ligação entre Trump e Jeffrey Epstein.

O ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano concretiza: “Isto é um espetáculo, uma piada. Não passa de uma manobra de distração desesperada para fugir das suas próprias misérias.”

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