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  • ''João, este país não é para quem não está bem da cabeça', André Ventura, sobre João Cotrim Figueiredo
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José Luís Carneiro, de 54 anos, iniciou a sua intervenção no debate desta quarta-feira, dia 8, manifestando igualmente solidariedade para com as famílias das vítimas, referindo-se à situação como uma “falha no Estado”. Para o secretário-geral do PS, a atuação do Governo liderado por Luís Montenegro na área da saúde revela uma “profunda incompetência e insensibilidade”. E surpreendeu com uma história de uma criança doente.

Carneiro rejeitou a ideia de que o Partido Socialista tenha prometido soluções fáceis para os problemas do setor. “O PS nunca afirmou que havia soluções simples, pelo contrário, sempre dissemos que eram difíceis e complexas”, atirou, recordando que foi o atual primeiro-ministro quem defendeu o contrário.

O líder socialista traçou um retrato crítico do funcionamento do SNS, apontando urgências “entupidas quando não estão fechadas”, bem como os “recordes de nascimentos em ambulâncias”. Referiu ainda o crescimento das listas de espera para cirurgias, a escassez de médicos de família e as “falhas dramáticas na emergência pré-hospitalar”: “Lamentável a insensibilidade, incapacidade e incompetência para responder a este problema.”

Relativamente à ativação de meios de emergência de reforço, mencionada pela Liga dos Bombeiros, Carneiro questionou se a decisão não terá sido tomada para evitar que as ambulâncias fiquem “às portas dos hospitais”. O socialista foi mais longe, garantindo que o INEM se transformou numa “lotaria” que “joga com a vida das pessoas”.

Por fim, o líder do PS trouxe para o debate um caso concreto, envolvendo uma menina de dez anos que necessita de uma cirurgia de otorrinolaringologia, no Hospital de Loures. Segundo explicou, o Ministério da Saúde encaminhou Leonor para unidades em Lousada ou Famalicão para realizar a operação. “O resultado foi que os pais desta menina comunicaram que não podiam aceitar a proposta. Menos uma na lista de espera, mas também menos uma a ter os cuidados de saúde. É assim que vai resolver as listas de espera?”, questionou, virando-se para Montenegro.

O primeiro-ministro respondeu dizendo não ter conhecimento desse caso específico, mas contrapôs que, “noutros tempos, não havia capacidade de resposta ou de agendamento”. Montenegro aproveitou para criticar a decisão do PS de terminar com o modelo de parcerias público-privadas, afirmando que “o hospital de Loures já funcionou em PPP, com resultados financeiros e operacionais mais positivos do que depois de o Governo do seu partido ter terminado com esse modelo de gestão”.

Na resposta final, José Luís Carneiro acusou o primeiro-ministro de falta de abertura ao escrutínio, considerando que Montenegro “não tem a humildade democrática para reconhecer as falhas”.

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