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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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O funcionário da Câmara Municipal de Loures aguarda ordens para avançar com a retroescavadora. Esta é a próxima barraca a ser demolida no bairro do Talude Militar.

Já lhes retiraram os móveis. Os pertences pessoais resumem-se a três caixas.

Esta segunda-feira, sob escolta da PSP e da Polícia Municipal, começaram a ser demolidas 64 barracas no Talude, onde viviam 161 pessoas.

Alguns moradores disseram ao 24Horas que não têm para onde ir. São imigrantes, sem documentos, com filhos. Temem pelo futuro.

A Câmara de Loures tem uma única proposta para estes moradores. Devem dirigir-se aos serviços sociais e pedir apoio para um mês de renda e um mês de caução – uma miragem para quem aqui vive. Os rendimentos do trabalho não permitem pagar as rendas e muitos não estão legais em Portugal.

O mais certo é ficarem esta noite dormir ao relento. Amanhã deverão começar a construir um novo abrigo.

Nos últimos quatro meses, a Câmara de Loures demoliu mais de 100 barracas no concelho. E promete não ficar por aqui.

Só na área metropolitana de Lisboa existem 27 bairros de barracas, localizados, principalmente, nos concelhos de Loures, Almada, Amadora e Seixal. Aí vivem mais de 1.200 famílias. Não sabem até quando terão teto.

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Mais de cinco mil pessoas candidataram-se às secretas portuguesas numa campanha de recrutamento realizada pelo Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP). No total, foram recebidas mais de 10 mil candidaturas para as 108 vagas disponíveis para diferentes funções, entre as quais oficiais de informação e de recursos humanos.