Frase do dia

  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
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O Brasil prepara-se para dar um passo inédito no combate à dependência de crack e cocaína. A vacina terapêutica Calixcoca, desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concluiu a fase pré-clínica em animais e encontra-se na etapa de preparação documental para submissão às autoridades regulatórias.

De acordo com informações divulgadas pela própria UFMG e pelo Governo de Minas Gerais, o imunizante demonstrou, em estudos laboratoriais e em modelos animais, capacidade de estimular a produção de anticorpos que se ligam à molécula da cocaína no sangue, impedindo que esta atinja o cérebro. O projecto recebeu patentes e investimentos públicos para viabilizar o avanço à fase clínica.

Em declarações recentes reproduzidas por jornais brasileiros de grande circulação, o ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que o Brasil está a finalizar a documentação necessária para que os testes em humanos possam começar. Segundo o ministro, “faltam apenas os trâmites finais” para que o país inicie os ensaios clínicos.

Até ao momento, contudo, não há registo público de ensaios clínicos em humanos já iniciados em bases oficiais como as plataformas internacionais de estudos clínicos, nem comunicado formal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a autorizar a aplicação da vacina em voluntários.

O que está confirmado oficialmente é que, a Calixcoca superou a fase pré-clínica e que os investigadores trabalham na submissão regulatória para dar início à fase seguinte. Caso seja autorizada e apresente resultados positivos em humanos, a vacina poderá tornar-se uma das primeiras do mundo voltadas especificamente para o tratamento da dependência de cocaína e crack.

Por agora, o avanço é científico e administrativo: os testes em pessoas dependem ainda de autorização formal das autoridades sanitárias brasileiras.

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