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  • “Não quero estar no mesmo saco que Figo, Mourinho ou Ronaldo”, Kika Nazareth
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Os efeitos da vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) são duradouros. Esta é a conclusão de um estudo realizado na Escócia, que acompanhou 270 mil mulheres por um período até 12 anos após a imunização e que comprovou a diminuição em lesões cervicais de alto grau e de alterações pré-canceríngenas, diretamente ligadas ao risco de evolução para cancro do colo do útero.

De acordo com o estudo, os efeitos da vacina contra o HPV mantêm-se, pelo menos, nos 12 anos seguintes à imunização. “Esses dados confirmam a durabilidade da proteção da vacina”, afirmou ao Metrópoles a médica ginecologista Renata Bonaccorso Lamego, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Em Portugal, a vacina contra o HPV faz parte do Plano Nacional de Vacinação desde 2008, sendo gratuita para meninos e meninas a partir dos 10 anos. Ao longo dos anos foi sendo alargada a mais faixas etárias. A partir deste ano, a vacinação contra o HPV vai ser alargada até aos 26 anos de idade.

Portugal é um dos países onde mais se vacina. De acordo com o último relatório anual, no primeiro ano de vida, 98 a 99% das crianças são vacinadas.

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