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A prevalência da diabetes em Portugal alcançou um máximo histórico em 2024, atingindo 14,2% da população, o valor mais alto de sempre.

De acordo com os dados do Relatório Anual do Observatório Nacional da Diabetes – ‘Diabetes: Factos e Números’, divulgado esta semana e elaborado pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia, a doença mantém uma tendência crescente no nosso país e há elevados níveis de subdiagnóstico.

O documento destaca ainda a estagnação do número de amputações afetas à diabetes, o que é visto pelos especialistas como um sinal preocupante. “Apesar de termos recuperado os rastreios e as consultas após a pandemia, o número de amputações continua inalterado. É um sinal de que ainda falhamos no controlo das complicações mais graves da doença”, refere a Presidente do Observatório Nacional da Diabetes, Rita Nortadas, citada no comunicado.

Os dados revelam também que, em 2024, o custo direto da diabetes representa cerca de 0,6% do PIB nacional, estimando-se que os gastos se situem entre os 1.550 e os 1.800 milhões de euros, valor que equivale a 5% ou 6% da despesa total em saúde.

Pese embora os dados desfavoráveis evidenciados, o relatório enuncia alguns registos positivos, nomeadamente melhorias no acompanhamento e controlo da doença. Sendo que, na última década, foi registada uma redução de 39% nos anos potenciais de vida perdidos por diabetes. Observou-se também uma diminuição nas mortes que associam a causa a esta doença, bem como um decréscimo substancial nos internamentos em que a diabetes surge como diagnóstico principal.

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