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  • “Não gostava que o Sporting fosse campeão europeu”, José Mourinho
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A produção petrolífera da Venezuela atravessa, em 2026, uma fase de recuperação gradual, mas marcada por fortes constrangimentos financeiros e operacionais, num contexto de controlo externo das receitas do setor.

De acordo com dados recentes, a produção estabilizou acima da fasquia de 1 milhão de barris por dia, com cerca de 1,02 milhões em fevereiro, refletindo um aumento face ao início do ano e uma tendência de recuperação após anos de declínio . Este crescimento tem sido impulsionado pela flexibilização de sanções e pela entrada de diluentes e equipamentos, essenciais para o processamento do crude pesado venezuelano.

Apesar da melhoria operacional, o principal entrave permanece no plano financeiro. O novo modelo de exportações, supervisionado pelos Estados Unidos, determina que as receitas do petróleo sejam depositadas em contas custódia no estrangeiro, sendo posteriormente libertadas de forma parcial e condicionada. No primeiro bimestre de 2026, a PDVSA faturou cerca de 1,6 mil milhões de dólares, mas apenas 500 milhões foram efetivamente transferidos para o Banco Central venezuelano, evidenciando um desfasamento significativo entre receitas geradas e liquidez disponível.

Este mecanismo visa garantir transparência e canalizar fundos para fins específicos, como importação de bens essenciais, manutenção de infraestruturas críticas — nomeadamente o sistema elétrico — e estabilização cambial. No entanto, limita a capacidade do Estado em utilizar plenamente os recursos petrolíferos, mantendo a economia sob forte restrição financeira.

Em paralelo, o preço do crude venezuelano tem registado recuperação, beneficiando da venda direta a refinarias internacionais, o que contribui para melhorar a faturação global. Ainda assim, a Venezuela continua longe do seu potencial produtivo histórico, condicionado por anos de subinvestimento, sanções e degradação estrutural do setor .

As perspetivas de curto prazo apontam para um ligeiro aumento das receitas efetivamente recebidas, à medida que cresce a confiança dos compradores internacionais. Contudo, o diferencial entre o petróleo vendido e o dinheiro disponível internamente permanece o principal obstáculo à estabilização económica do país.

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