Frase do dia

  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
Search

O presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, exigiu ao ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, a reversão da decisão da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) de encerrar a Repartição de Finanças de Carcavelos, alertando para o impacto negativo da medida junto da população local. O autarca manifestou ainda disponibilidade da autarquia para colaborar “na construção de soluções” que permitam manter o serviço em funcionamento.

Em declarações à agência Lusa, esta sexta-feira, dia 9, Nuno Piteira Lopes classificou a decisão como “inaceitável” e sublinhou que o encerramento prejudica “milhares de famílias”.

“Estamos a falar de um serviço essencial para uma população envelhecida, com muitos residentes estrangeiros que não dominam a língua portuguesa e que passarão a ter de se deslocar a Cascais ou Oeiras para tratar de questões fiscais básicas”, afirmou.

O presidente da autarquia considerou ainda que a medida não se enquadra num processo de descentralização administrativa. “O encerramento da Repartição de Finanças de Carcavelos não é descentralização, é um retrocesso no acesso aos serviços públicos”, sustentou.

“Como presidente da câmara, exijo ao senhor ministro das Finanças que reverta esta decisão da Autoridade Tributária”, acrescentou, defendendo que “os cascaenses merecem melhor”.

Reiterando que “os serviços públicos devem aproximar-se das pessoas e não afastá-las”, o autarca garantiu que a Câmara Municipal de Cascais “tudo fará para reverter a decisão” e está disponível para colaborar com o Governo na identificação de alternativas que permitam manter o atendimento fiscal em Carcavelos.

Nuno Piteira Lopes alertou ainda para o “forte impacto negativo” do encerramento, que considerou “um grave prejuízo para a qualidade de vida da população”, em particular dos residentes nas freguesias de Carcavelos e Parede e de São Domingos de Rana.

Recomendado para si

No sexto dia de tracking poll da Pitagórica para a TVI e CNN Portugal, António José Seguro, ao crescer 1,1%, recupera ao fim de três dias o primeiro lugar nas intenções de voto, e fixa-se nos 20,8 por cento. Ao crescer 0,9%, Cotrim Figueiredo surge agora logo a seguir, alcançando pela primeira vez o segundo lugar, com 20,1 pontos percentuais. André Ventura, que liderou este tracking poll ontem e…
A Câmara Municipal de Lisboa decidiu avançar com novas regras para a venda e o consumo de bebidas alcoólicas na via pública, numa tentativa de responder aos problemas de ruído, insegurança e degradação do espaço urbano sentidos sobretudo em zonas de intensa vida noturna. A proposta surge no contexto da revisão do regulamento municipal que define os horários de funcionamento dos estabelecimentos e as condições em que podem vender álcool, procurando adaptar a legislação à realidade actual da cidade.