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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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Pedro Passos Coelho, de 61 anos, aconselhou o Governo a cumprir as promessas feitas aos portugueses, esta sexta-feira, 27. Segundo o ex-primeiro-ministro, o PSD deve aproveitar a “oportunidade histórica” e marcar a diferença em relação ao antigo Governo de António Costa.

Quando questionado se sugeriu uma nova ida às urnas quando, no início da semana, referiu que, sem maioria absoluta, o Governo deveria dirigir-se ao eleitorado, para avançar com as reformas que pretende fazer, Pedro Passos Coelho desvalorizou: “Quando um Governo não tem maioria e precisa de apoio para as reformas que quer fazer, só pode dizer aos eleitores: ‘deem-me o apoio que o parlamento não me dá.”

Quando confrontado com as declarações que fez durante uma conferência no Porto, o antigo primeiro-ministro negou ter sugerido novas eleições. Para Passos, essa é uma matéria que cabe apenas aos governos.

“Limitei-me a dizer que o País esteve oito anos sem fazer grandes mudanças. Ao fim de oito anos, período durante o qual António Costa chefiou o Governo, o País esteve em paralisação em termos de transformação económica. Governou-se a pensar no dia a dia e não no futuro. Mas o futuro chegou e as pessoas não estão satisfeitas, tanto que o PS saiu do Governo e o País deu provas de que queria mudanças profundas”, referiu.

O ex-líder do PSD considera que, com a saída do PS do Governo, é altura de o PSD levar ideias e reformas à Assembleia da República: “É muito importante não perder esta oportunidade histórica para fazer essas mudanças.”

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