Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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O homem de 39 anos detido por suspeita de ter lançado um cocktail molotov contra participantes da Marcha pela Vida, no dia 21 de março, é militante do Partido Socialista (PS).

De acordo com o Público, as autoridades encontraram na sua posse um cartão de membro do partido, elemento que contribuiu para a sua identificação.

O PS confirmou que o detido é militante e anunciou a abertura de um processo disciplinar que poderá resultar na sua expulsão. O Secretariado Nacional determinou igualmente a sua suspensão preventiva. Em comunicado, o partido afirmou rejeitar qualquer forma de violência e classificou o ato como “absolutamente intolerável”.

O suspeito já tinha sido detido pela PSP no próprio dia do ataque, por posse de arma proibida, tendo sido libertado dois dias depois mediante apresentações diárias e proibição de se aproximar da zona do Parlamento. A Polícia Judiciária voltou a detê-lo esta terça‑feira, dia 15, no âmbito de uma investigação por tentativa de crimes de natureza terrorista, incêndio, explosão, posse de arma proibida e ofensas à integridade física grave.

(Em atualização)

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