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  • “É o manto verde a funcionar”, Rui Borges, com ironia sobre a arbitragem no Aves-Sporting
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A procura por seguros multirriscos para habitação aumentou muito no início de 2026, principalmente devido às más condições meteorológicas que marcaram o início do ano.

De acordo com dados da MUDEY – empresa portuguesa que reúne ofertas de várias seguradoras –, os pedidos de simulação quase duplicaram, com um crescimento de 96% em janeiro e fevereiro, em comparação com o mesmo período de 2025.

Entre as coberturas extra mais procuradas estão os danos por água, presentes em 89% das simulações, e os riscos elétricos, incluídos em 80%. Estas duas proteções são muitas vezes pedidas em conjunto e são as maiores preocupações dos consumidores.

Ainda segundo a MUDEY, o valor médio segurado é de 233.601 euros, ou seja, o montante máximo que a seguradora poderá pagar para reparar ou reconstruir a casa em caso de sinistro. Quanto ao perfil dos clientes, a maioria tem entre 30 e 59 anos, representando 83% dos pedidos registados na plataforma.

Os dados mostram ainda diferenças na procura de proteção contra sismos, consoante a localização da casa. Nas zonas de maior risco, como Lisboa, Setúbal e Faro, 72% dos clientes escolhem incluir esta cobertura. Já noutras regiões do país, o número baixa para 53%.

Ana Teixeira, cofundadora da MUDEY, explica, no entanto, que “apesar do interesse nas coberturas para fenómenos sísmicos, o número de simulações com esta proteção é muito superior ao das contratações reais”. Ou seja, “muitos consumidores reconhecem o risco, mas acabam por desistir quando percebem o impacto no preço final”.

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