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  • “É o manto verde a funcionar”, Rui Borges, com ironia sobre a arbitragem no Aves-Sporting
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Quase quatro anos após a sabotagem do gasoduto Nord Stream 2, que ligava a Rússia à Alemanha através do Mar Báltico, surgem novos detalhes sobre os alegados responsáveis pela operação. O jornalista Bojan Pancevski, do The Wall Street Journal, garante ter identificado elementos envolvidos no ataque.

As explosões ocorreram entre 26 e 27 de setembro de 2022, nas proximidades da ilha dinamarquesa de Bornholm, causando danos severos nas infraestruturas: três dos quatro gasodutos ficaram destruídos, interrompendo o fornecimento de gás.

Em entrevista ao jornal alemão Bild, a propósito do lançamento do livro ‘A Explosão do Nord Stream: A Verdadeira História da Sabotagem que Abalou a Europa’, Pancevski refere que uma das alegadas intervenientes, identificada pelo pseudónimo ‘Freya’, terá tido um percurso pouco convencional. “Quando jovem, frequentava a vida noturna de Kiev e trabalhava ocasionalmente como modelo, participando também em ensaios fotográficos provocadores.”

Segundo o jornalista, a mulher terá descoberto mais tarde uma aptidão para o mergulho, atividade que acabou por ser interrompida com o início da guerra na Ucrânia. “A sua capacidade de mergulhar a profundidades inferiores a 100 metros já não era necessária”, escreve, referindo-se ao impacto da invasão russa no setor do turismo.

De acordo com esta versão, a sabotagem terá sido planeada por uma unidade de elite ucraniana, composta por antigos membros das forças especiais, que viam o fornecimento de gás russo à Alemanha como um instrumento de influência de Moscovo. “Era uma operação delicada e potencialmente mortal”, descreve o jornalista, acrescentando que ‘Freya’ terá participado diretamente na colocação de explosivos, realizando mergulhos com cerca de 80 quilos de equipamento em condições adversas: “A mergulhadora mais corajosa de todo o grupo era uma mulher.”

Pancevski sustenta ainda que o então chefe do Estado-Maior ucraniano, Valery Zaluzhny, terá informado o presidente, Volodymyr Zelensky, sobre o plano, algo que Zelensky continua a negar.

A investigação reuniu também material que levantou dúvidas iniciais sobre a identidade da alegada operadora, incluindo fotografias antigas de caráter explícito. Segundo o relato, esse passado poderia até ter sido utilizado como cobertura, caso fosse interrogada pelas autoridades.

Atualmente, ‘Freya’ será instrutora de mergulho tático militar e integrará as forças armadas ucranianas, de acordo com a imprensa internacional.

Paralelamente, outra investigação jornalística, conduzida por Oliver Schröm e Ulrich Thiele, aponta para o possível envolvimento de antigos agentes ucranianos com treino da CIA, sugerindo ainda que os Estados Unidos estariam ao corrente do plano e terão informado a Alemanha.

No âmbito das investigações judiciais, um cidadão ucraniano, identificado como Serhij K., foi detido em Itália, extraditado para a Alemanha e encontra-se em prisão preventiva desde novembro de 2025. Está acusado de sabotagem e explosão contra a ordem constitucional, embora negue qualquer envolvimento, sendo até ao momento o único suspeito sob custódia.

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