Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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A Brigada de Trânsito da GNR vai voltar às estradas portuguesas, depois de ter sido extinta há quase 20 anos. O anúncio foi feito, esta quarta-feira, 15, pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, que adiantou que o objetivo é reduzir a sinistralidade rodoviária.

“Com a extinção desta estrutura, perdeu-se completamente a essência da fiscalização rodoviária contínua e especializada. É nosso entendimento que a eficácia, a uniformidade e o controlo operacional do serviço de trânsito só podem ser plenamente assegurados através de um comando nacional especializado e unificado”, afirmou Luís Neves, durante uma conferência de imprensa.

O anúncio ocorreu depois de a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) ter adiantado que, este ano, já se contabilizam 43 mil e 635 acidentes, que resultaram em 145 mortes, 633 feridos graves e 10 mil e 753 feridos ligeiros. Em comparação com o período homólogo do ano passado, regista-se um aumento de 5 mil acidentes, 42 mortes e oito feridos graves. Só os feridos ligeiros é que sofreram uma diminuição (de 421).

Os dados representam uma “realidade trágica”, sublinhou o ministro. Assim, definiu como prioridades do Executivo inverter o número de acidentes face à média europeia, reforçar a prevenção e fiscalização, reorganizar a unidade de trânsito da GNR e melhorar a articulação entre entidades. Nesse sentido, Luís Neves anunciou um aumento das operações STOP e sem pré-aviso: “É para os infratores do costume saberem que a qualquer momento podem ser fiscalizados. Vão dizer que é caça à multa. Não me importa que o digam.”

Assim, na vidão do MAI, a fiscalização será “mais visível, eficaz, inabalável e intransigente”.

O prazo de prescrição das multas vai prolongar-se para um “limite inédito”, chegando ao máximo permitido por lei (três anos a contar da data da infração). A ideia é acabar com os métodos “ardilosos” de prescrição dos processos de contraordenação, segundo o ministro.

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