Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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O primeiro-ministro eleito da Hungria, Péter Magyar, ameaçou suspender a emissora estatal do país após um confronto tenso em direto, acusando o canal de difundir propaganda “ao estilo norte-coreano”. Magyar, que obteve uma vitória esmagadora de dois terços nas eleições legislativas deste domingo, dia 12, garantiu que a reforma profunda da comunicação social pública será uma prioridade imediata do seu futuro governo.

A tensão escalou durante duas entrevistas consecutivas — primeiro na rádio pública e depois na televisão estatal (MTVA) — marcadas por constantes interrupções e um ambiente de hostilidade. Magyar, de 45 anos, não poupou críticas aos pivôs, acusando-os de divulgarem alegações falsas sobre a sua família durante a campanha.

“Um dos pilares do nosso programa é pôr fim a esta fábrica de mentiras assim que o governo Tisza estiver formado”, afirmou o vencedor das eleições. “As notícias falsas transmitidas aqui têm de acabar. Vamos criar condições independentes e objetivas para terminar com esta propaganda”.

A postura de Magyar reflete a estratégia adotada pelo seu aliado político, Donald Tusk, que em 2023 avançou com uma reforma radical na emissora estatal da Polónia. Tal como Tusk, o novo líder húngaro argumenta que o serviço público foi sequestrado pelo regime anterior para servir de braço ideológico do partido Fidesz.

Recorde-se que a vitória de Magyar, com uma participação recorde de quase 80%, pôs fim ao reinado de Viktor Orbán, que já reconheceu a derrota, descrevendo o resultado como “claro e doloroso”. Com a maioria absoluta garantida, Magyar tem agora o caminho livre para aplicar a prometida “mudança de sistema”, começando pelo controlo da narrativa mediática estatal.

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