Um conjunto invulgar de mortes e desaparecimentos de cientistas nos Estados Unidos (EUA) está a gerar grande preocupação entre políticos e especialistas em segurança. Entre os vários casos desde 2022, destaca-se o do português Nuno Loureiro.
No total, foram já, pelo menos 11 investigadores – muitos ligados a áreas como a da ciência nuclear e a exploração espacial – terão morrido ou desaparecido em circunstâncias pouco claras. A situação levou membros do Congresso norte-americano a defenderem uma investigação aprofundada.
Entre os nomes referidos encontram-se figuras como Michael David Hicks, Frank Maiwald e Carl Grillmair, todos envolvidos em projetos científicos de grande importância. Em vários casos, as causas de morte permanecem por esclarecer, enquanto outros, como o homicídio de Grillmair à porta de casa em 2026, apresentam contornos mais claros.
O caso de Nuno Loureiro tem particular destaque, não só em Portugal, pelo papel que desempenhava na investigação científica internacional. Alguns analistas temem a possibilidade destes profissionais terem sido visados devido ao conhecimento que detinham.
