O Al-Ahli conquistou a Liga dos Campeões Asiática, este sábado, dia 25, ao vencer o Machida Zelvia, por 1-0, após prolongamento, numa final disputada em Jeddah e marcada por um episódio disciplinar que condicionou o encontro. O golo decisivo surgiu aos 96 minutos, por Feras Al-Brikan, já depois de a formação saudita ter ficado reduzida a dez jogadores.
O momento mais polémico da partida aconteceu aos 68′, quando Zakaria Hawsawi foi expulso, com vermelho direto, por uma cabeçada em Tete Yengi, numa jogada presenciada pelo árbitro e que incendiou uma final já muito tensa. A expulsão alterou o rumo do jogo, deu ascendente territorial ao emblema japonês e obrigou o Al-Ahli a resistir durante quase uma hora em inferioridade numérica.
Apesar disso, a equipa saudita aguentou a pressão, beneficiou de várias intervenções decisivas de Édouard Mendy e acabou por chegar ao triunfo no prolongamento, selando a defesa do título continental. O Al-Ahli tornou-se assim a primeira equipa a revalidar o troféu na era moderna desde o Al-Ittihad, em 2005.