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  • “Quando deixo de falar de trabalhadores e passo a falar de colaboradores, os trabalhadores deixam de existir”, Pacheco Pereira
  • “Quando deixo de falar de trabalhadores e passo a falar de colaboradores, os trabalhadores deixam de existir”, Pacheco Pereira
  • “Quando deixo de falar de trabalhadores e passo a falar de colaboradores, os trabalhadores deixam de existir”, Pacheco Pereira
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O antigo vice-presidente do Sport Lisboa e Benfica, Fernando Tavares, enviou uma carta ao presidente da Mesa da Assembleia Geral a exigir esclarecimentos formais e documentados sobre o processo de venda das 3 milhões 767 mil e 400 ações da Benfica SAD, detidas por José António dos Santos e pelo Grupo Valouro.

No documento, a que o 24Horas teve acesso, o ex-dirigente considera que a operação, que poderá conduzir à entrada ao fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partners, tem impacto direto na estrutura acionista e no equilíbrio de poder da SAD, sendo por isso matéria de elevada relevância estratégica, e nesse sentido, solicita a divulgação das atas das reuniões da Direção onde o tema terá sido analisado, bem como de quaisquer pareceres ou deliberações produzidas pelos órgãos do clube.

Facsimile da carta enviada pelo antigo vice-presidente do clube da Luz ao presidente da Assembleia Geral, em que saão pedidos esclarecimentos pelos contornos do negócio que poderá permitir a entrada na SAD benfiquista de um fundo norte-americano

Fernando Tavares levanta também dúvidas sobre o eventual conhecimento, por parte do Benfica, de ligações entre o potencial comprador e outros acionistas relevantes, como a Lenore Sports Partners, que possam configurar um bloco de influência contrário aos estatutos. Paralelamente, questiona a ausência de iniciativa do clube para adquirir este bloco acionista, avaliado em cerca de 45 milhões de euros, sublinhando que tal permitiria reforçar a posição do Benfica para perto de 80% do capital da SAD e consolidar assim o controlo estratégico.

O antigo vice-presidente considera ainda incoerente esta opção face ao programa de recompra de ações aprovado em 2025 e defende que, tendo em conta os resultados positivos e a liquidez existente, existiriam condições para um investimento desta natureza. Na carta, Fernando Tavares apela à transparência e ao direito dos sócios a compreender decisões que podem influenciar o futuro do clube.

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