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  • “Calça de ganga é mais a minha cara”, Rui Borges
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Quem está a planear viajar nos próximos meses deve preparar-se para pagar mais. O aumento dos custos na aviação, impulsionado pelo impacto da guerra no Médio Oriente no preço dos combustíveis, está já a refletir-se no valor dos bilhetes e nos serviços adicionais.

Várias companhias aéreas começaram a rever em alta as suas tarifas. O grupo Air France-KLM anunciou um acréscimo de cerca de 50 euros nas viagens de longo curso (ida e volta), enquanto a Transavia, subsidiária do mesmo grupo, já tinha aumentado os preços em março, com subidas de cerca de cinco euros por trajeto.

Também a TAP Air Portugal ajustou os preços, embora sem detalhar o impacto concreto. Outras transportadoras internacionais, como a Thai Airways e a Air New Zealand, seguiram o mesmo caminho, tal como o grupo IAG, que integra companhias como a British Airways, a Iberia, a Vueling e a Aer Lingus, que já admitiu que os aumentos serão inevitáveis.

Além dos bilhetes, também os custos adicionais estão a subir. Em algumas companhias, como a Volotea, poderão ser aplicadas sobretaxas até 14 euros mesmo em viagens já adquiridas. Nas transportadoras norte-americanas, como a United Airlines, Delta Air Lines, American Airlines e Southwest Airlines, o transporte de bagagem tornou-se mais caro, com aumentos de cerca de 9 euros nas primeiras malas e até mais 128 euros na terceira.

Na Lufthansa, foi introduzida uma nova tarifa económica que limita a bagagem de mão gratuita a um item de pequenas dimensões, como uma mochila ou bolsa para portátil.

De acordo com dados citados pelo jornal espanhol El Mundo, os preços da bagagem subiram, em média, 24% nas malas pequenas e 21% nas maiores. Também a escolha de lugar a bordo encareceu entre 33% e 40%, enquanto o embarque prioritário custa agora mais 17% face ao ano passado.

Na origem destes aumentos está sobretudo a escalada do preço do combustível para aviação, que terá disparado cerca de 89% desde o início do conflito no Médio Oriente, passando de aproximadamente 82 euros por barril para perto de 155 euros.

Em declarações à TSF, Miguel Quintas, presidente da Associação Nacional das Agências de Viagens, assegura que “o consumidor está sempre protegido”. Caso o aumento ultrapasse os 8%, “tem de ser avisado 20 dias antes e pode até não viajar”. O responsável sublinha ainda a tendência de subida: “O que temos sentido é o aumento dos preços, particularmente em voos de longo curso, em que os preços têm subido até 10, 15 e, em alguns casos, 20%. Nos voos de curta distância, os aumentos situam-se entre os cinco e os sete por cento.”

Apesar do contexto, os portugueses continuam a viajar, embora com maior cautela na escolha dos destinos. Segundo Miguel Quintas, nas viagens de longo curso destacam-se Caraíbas, República Dominicana, México e Brasil, enquanto no médio curso Cabo Verde lidera as preferências. Já nas opções mais próximas, as costas espanholas e Portugal, com a Madeira em evidência, continuam entre os destinos mais procurados.

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