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A Polícia Metropolitana de Londres quer que Christian Brückner, de 49 anos, seja julgado no Reino Unido pelo rapto e homícidio de Madeleine McCann. Para isso, as autoridades britânicas pretendem pedir a extradição do principal suspeito do desaparecimento da menina, que foi vista pela última vez na Praia da Luz, no Algarve, a 3 de maio de 2007, poucos dias antes de fazer quatro anos.

A informação foi avançada por uma fonte da Polícia Metropolitana ao jornal The Telegraph. “No próximo ano, assinalam-se 20 anos desde o desaparecimento de Madeleine McCann. Se as provas forem suficientemente fortes para extraditar o principal suspeito e julgá-lo aqui, é isso que procuraremos fazer”, disse a fonte policial, acrescentando que a prioridade é reunir “as provas mais contundentes possíveis” contra Brückner.

Neste momento, uma equipa de detetives está a reunir provas para que o Ministério Público considere a possibilidade de acusar o alemão de rapto e homicídio. A investigação da Polícia Metropolitana continua, contudo, a ser tratada como um caso de pessoa desaparecida e não como um inquérito por homicídio.

No entanto, o pedido de extradição poderá ser chumbado por Berlim. A Constituição alemã impede a extradição dos seus cidadãos para fora da União Europeia, o que representa um obstáculo significativo para as autoridades britânicas.

Christian Brückner foi oficialmente considerado suspeito em 2022, 15 anos após o desaparecimento da menina. A polícia alemã acredita no seu envolvimento no caso depois de ter encontrado num antigo armazém que o alemão comprou em 2008 provas consideradas “horríveis” e “perturbadoras”, incluindo fotografias, fatos de banho, brinquedos de criança, ficheiros com imagens de abusos sexuais e registos de conversas pelo Skype com outros pedófilos.

Em 2023, Brückner foi constituído arguido pelo desaparecimento de Maddie pelas autoridades portuguesas. Registos telefónicos colocam-no na área da Praia da Luz no dia em que a criança desapareceu, tendo o alemão vivido no Algarve entre 1995 e 2007. Já no ano passado, foi considerado inocente de três crimes de violação e dois de abuso sexual de menores alegadamente cometidos entre 2000 e 2017 no Algarve, após o tribunal de Braunschweig ter concordado com a defesa de que estava a ser julgado pela sua ligação ao caso Maddie. O homem cumpriu pena de prisão na Alemanha por violação, tendo sido libertado em setembro do ano passado.

Madeleine McCann desapareceu do quarto onde dormia com os irmãos gémeos, num apartamento de um aldeamento turístico na Praia da Luz, junto a Lagos. Apesar de décadas de investigação por parte da Polícia Judiciária e de forças britânicas e alemãs, a menina nunca foi encontrada e o que aconteceu naquela noite de maio de 2007 continua sem resposta.

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