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  • “Calça de ganga é mais a minha cara”, Rui Borges
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O rei de Espanha, Felipe VI, assinalou esta semana os 50 anos do diário El País com uma defesa firme do papel do jornalismo nas sociedades democráticas, sublinhando que a atividade informativa continua a ser “crucial para as liberdades e a democracia”.

A intervenção decorreu em Barcelona, numa cerimónia que reuniu responsáveis políticos, figuras do mundo cultural e mediático, e que coincidiu com a entrega dos prémios Ortega y Gasset de Jornalismo. No seu discurso, o monarca destacou o contributo histórico da imprensa — e em particular do El País — para a consolidação da democracia espanhola, sobretudo no período da transição após o fim do franquismo.

Felipe VI fez questão de reconhecer o papel dos jornalistas na construção de consensos e na defesa das instituições democráticas, lembrando que o jornal acompanhou várias gerações de espanhóis ao longo de meio século. Ao mesmo tempo, alertou para a atualidade dessa missão, numa era marcada por desafios como a desinformação e a erosão da confiança pública.

A cerimónia contou também com a presença da rainha Letizia Ortiz e de várias figuras do Governo espanhol e da Generalitat catalã, num ambiente de celebração que serviu para reafirmar o compromisso com um jornalismo rigoroso, independente e assente na verdade.

Fundado a 4 de maio de 1976, em plena transição democrática, o El País afirmou-se como uma das principais referências da imprensa europeia, mantendo, cinco décadas depois, um papel

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