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  • “Calça de ganga é mais a minha cara”, Rui Borges
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O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reconheceu que “tudo leva a crer que houve um facilitismo e uma aceitação de comportamentos desviantes”, no que diz respeito ao caso de tortura e violação por agentes da PSP, nas esquadras do Rato e Bairro Alto, em Lisboa. Ainda assim, rejeita que exista uma “cultura instalada” deste tipo de práticas, tratando-se antes de “casos isolados”.

Em entrevista à TVI, no dia em que 24 agentes da PSP foram detidos, Luís Neves considera que há diferentes graus de responsabilidade: “Uma coisa é quem teve acesso às imagens e ficou em silêncio, outra é quem participou na violência.” E frisou: “São crimes particularmente graves. Condeno-os de uma forma muito ampla e veemente.”

O ministro descartou a necessidade de inspecionar todas as esquadras por não haver “indícios de que haja esse tipo de comportamentos noutras esquadras”. E lembrou também que “foi a própria instituição, a PSP, que comunicou o sucedido ao Ministério Público”.

Ainda que respeitando o princípio da presunção de inocência, “há uma proposta de suspensão de funções” devido ao “facilitismo” que terá havido internamento. “A PSP está a fazer um trabalho para que isto não volte a acontecer, nomeadamente ao nível do recrutamento”, assegurou.

Esta terça-feira, 5, foram detidos 24 agentes da PSP por crimes como tortura, ofensas graves à integridade física e violação cometidos no interior das esquadras do Rato e do Bairro Alto, em Lisboa. As vítimas dos crimes são pessoas em situações vulneráveis, como sem-abrigo, toxicodependentes e estrangeiros. Quanto à escolha das vítimas, Luís Neves afirmou: “Nenhum polícia pode ser forte com os fracos”.

Ministro está “muito confiante” na reposta do SIRESP

Na mesma entrevista, Luís Neves falou também sobre o SIRESP, que acredita ser capaz de “responder positivamente” durante situações de calamidade ou catástrofe, depois da renovação na rede de emergência. O plano de renovação custará 35 milhões e 694 mil euros.

O ministro garantiu que o Governo pretende criar uma rede de emergência com “maior redundância”, “eficiência energética” e “maior capilaridade”. O objetivo será que todas as juntas e câmaras municipais tenham uma ligação telefónica por satélite, assegurando uma autonomia energética de pelo menos 36 horas.

Com mais um verão à vista, o ministro apelou à colaboração dos proprietários de terrenos na limpeza dos mesmos, porque “o combate é feito por todos”. Quem não tiver possibilidade de o fazer, pode pedir auxílio ao Estado, referiu.

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