Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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O Conselho de Redação-TV da RTP quer saber, com caráter de urgência, a razão do corte de um segmento de uma reportagem sobre a inflação, emitida no ‘Telejornal’, em de 30 de abril. Segundo apurou o 24Horas, em causa está a retirada, da parte final da peça da jornalista Soraia Ramos, de uma crítica de uma idosa ao aumento do custo de vida.

No comunicado, datado de 9 de maio, a que o 24 Horas teve acesso, os membros eleitos do Conselho de Redação revelam ter pedido esclarecimentos à Direção de Informação, de Vítor Gonçalves, e à própria jornalista. A pergunta central foi direta: quais os motivos da alteração, quem efetuou e quem ordenou o corte, e se a autora da peça teve conhecimento prévio da decisão.

Na resposta, a direção de Informação da RTP defende que a seleção de vox pop deve obedecer a critérios editoriais de rigor, proporcionalidade e responsabilidade social. Segundo Vítor Gonçalves, a frase retirada – “é tudo para o saco deles”, numa referência genérica aos políticos – não acrescentava matéria relevante ao tema da inflação e poderia “amplificar uma visão populista e desinformada”, sem enquadramento factual.

A direção de Informação sustenta ainda que, enquanto operador de serviço público, a RTP deve evitar difundir afirmações que reforcem narrativas simplistas ou injustas sobre instituições democráticas ou grupos sociais.

A versão de Soraia Ramos, contudo, levanta dúvidas sobre o processo seguido. A jornalista afirma não saber quem cortou a peça nem quem deu a ordem para o fazer, garantindo que só teve conhecimento da alteração mais de 24 horas depois, quando lhe chamaram a atenção para o que tinha ido para o ar.

Soraia Ramos relata ter também recebido, logo após a emissão, um telefonema da subdiretora Luísa Bastos, “muito incomodada” com a inclusão das declarações da entrevistada, e mais tarde uma mensagem do diretor de Informação no mesmo sentido.

Perante as versões apresentadas, o Conselho de Redação considera o caso suficientemente complexo para ser retomado na próxima reunião, a agendar “o mais rapidamente possível”. Em causa ficam questões sensíveis para a redação: os limites da edição jornalística, a autonomia dos autores das peças e a transparência das decisões editoriais no serviço público de televisão.

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