Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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Numa altura em que os Estados Unidos anunciaram a retirada de 5 militares estacionados até agora na Alemanha, o 24Horas foi inventariar a presença militar dos Estados Unidos fora do seu território. No total, estima-se que Washington mantenha entre 120 e 130 bases militares formais no estrangeiro, distribuídas por mais de 50 países, e quase 250 mil militares destacados fora do seu território numa rede que combina grandes bases permanentes com estruturas flexíveis e de rápida mobilização.

A distribuição dos meios humanos ajuda a perceber a verdadeira dimensão da presença militar norte-americana por esse mundo fora. A Europa concentra cerca de 80 a 90 mil militares norte-americanos, com destaque para a Alemanha, Itália, Reino Unido e Espanha. Esta presença, fortemente ligada à NATO, mantém-se como um pilar de dissuasão face à Rússia e garante capacidade logística e operacional para operações em vários teatros.

Ainda assim, o verdadeiro centro de gravidade deslocou-se nos últimos tempos para a Ásia-Pacífico, onde se encontram quase 100 mil militares. O Japão acolhe cerca de 55 mil efetivos, sendo o país com maior presença norte-americana no exterior, seguido da Coreia do Sul, com mais de 25 mil. A estes juntam-se forças em Guam, Austrália e Filipinas, numa arquitetura claramente orientada para conter a crescente influência da China e garantir estabilidade numa das regiões mais sensíveis do planeta.

No Médio Oriente, estão destacados cerca de 30 a 40 mil militares, distribuídos por países como Qatar, Bahrain, Kuwait e Arábia Saudita. Aqui, a presença norte-americana assenta sobretudo em grandes bases aéreas e navais, centros de comando e sistemas de vigilância, essenciais para operações na região e para o controlo de rotas energéticas estratégicas.

Já em África, o contingente é significativamente mais reduzido — cerca de 5 a 7 mil militares— com epicentro em Djibouti, onde se localiza a principal base norte-americana no continente. A missão centra-se em operações de contraterrorismo, vigilância e apoio a forças locais.

Segundo estimativas, os Estados Unidos contam com perto de 250 mil militares destacados fora do seu território, grande parte deles colocados nas mais de 120 bases que possuem no exterior.

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