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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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Gosta de passar a maior parte do tempo no sofá, a ver séries? Então, se calhar, um cão super enérgico, que precisa de correr e brincar mais vezes ao dia, não é o ideal para si.

Pelo contrário, é um desportista e não vive sem a sua corrida diária? Nesse caso, adotar um animal pachorrento talvez não seja grande ideia. Trabalha muitas horas e tem pouca disponibilidade para passeios? Acolha um gato.

Adaptar o animal ao seu novo tutor é um dos princípios da adoção responsável, defendida pela Casa dos Animais de Lisboa (CAL). “Tentamos sempre fazer esse match. A adoção deve ser responsável. A pessoa tem de ter noção de que ao adotar um animal está a fazê-lo para a vida toda dele: para o bem e para o mal”, avisa Sofia Baptista, veterinária e chefe de divisão da CAL.

Para adotar um animal, no caso do centro de recolha oficial da Câmara Municipal de Lisboa, situado em Monsanto, é preciso telefonar e marcar uma visita. Existe um canil e gatil com mais de uma centena de animais disponíveis, mas pode pesquisar antes no site Lisboa.pet.pt e já ir com uma ideia do animal que pretende acolher.

Sofia Baptista explica como funciona a adoção de animais na CAL. “Aconselhamos sempre a fazer mais do que uma visita. Caso a pessoa, ou família, já tenha outro animal aconselhamos a que o tragam, para entrar em contacto com o animal que escolheram e ver se se dão bem, se socializam.”

Todos os animais saem da CAL devidamente vacinados, desparasitados, esterilizados e identificados eletronicamente, com chip. A responsável pela CAL avança ainda que há sempre uma primeira conversa com o novo tutor, para que tudo corra bem. “Tentamos perceber se o perfil do novo tutor se adapta mais a cão ou a gato. Depois, tentamos fazer a ligação entre a personalidade do tutor e do animal. Já temos tido pessoas idosas, com mais de 80 anos e pouca mobilidade, a quererem levar cães muito ativos. Nesses casos, temos de explicar, com muita calma para que não levem a mal, que talvez não seja o mais indicado.”

O novo tutor assina um termo de responsabilidade e, nas primeiras três a quatro semanas após a adoção, é dado apoio, tanto em termos comportamentais como de saúde “porque o animal quando foi levado poderá estar a incubar alguma doença”. No fundo, o que importa, é que todos fiquem felizes: animais e novos tutores. “Adequar o animal à pessoa é o caminho para que a adoção seja responsável e o mais bem-sucedida possível.”

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