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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Fez parte da equipa de advogados Jeffrey Epstein, aquando da detenção do pedófilo em 2019, tinha apenas 26 anos. Hoje, afirma que não acredita na tese de suicídio levado a cabo pelo bilionário que montou uma rede de tráfico e abuso sexual. Maria Colón, advogada porto-riquenha, que foi ainda representante legal de ‘El Chapo’ Guzmán, declarou que o Jeffrey Epstein que conheceu não se preparava para retirar a própria vida.

Em entrevista ao canal mexicano ‘N + Univision’, a causídica, que foi uma das últimas pessoas a ver Epstein com vida, fez revelações inéditas sobre o mês em que trabalhou com o criminoso e desacredita a tese oficial sobre a sua morte. Questionada sobre o estado emocional do abusador sexual no decorrer do período em que esteve preso no Centro Metropolitano de Correção de Manhattan, a advogada foi esclarecedora:

“Nunca o vi abatido, ele nunca se deu como derrotado. Pelo contrário, aquilo que eu vi era um homem que queria lutar. Éramos cinco advogados a trabalhar com ele noite e dia para preparar o seu julgamento. Eu nunca vi um Jeffrey Epstein derrotado, abatido, com medo, não. Pelo contrário, eu vi um Jeffrey Epstein seguro, da sua equipa legal, seguro de si próprio e muito motivado”, começou por dizer.

Mas Maria Colón foi mais além e questionou os registos oficiais que afirmam que Epstein se matou na própria cela. “Eu não creio que ele se tenha suicidado. O Jeffrey Epstein, que eu conheci, com quem eu estive durante um mês, não era um Jeffrey Epstein que se preparasse para retirar a própria vida”, atirou.

Recorde-se que Jeffrey Epstein morreu a 10 de agosto de 2019, na prisão, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Embora os relatórios oficiais indiquem que morreu de suicídio, as causas da sua morte têm suscitado muitas dúvidas. Em 2023 mais de uma dezena de funcionários daquele estabelecimento prisional foram acusados pelo Departamento de Justiça dos EUA por “má conduta e abandono aos seus deveres”, já que permitiram que o recluso ficasse sem monitorização e vigilância desde as 22:40 de 8 de agosto até às 6:30 de dia 9, quando foi encontrado enforcado.

O Congresso dos Estados Unidos da América aprovou uma lei para que todos os ficheiros envolvidos na investigação do caso Epstein sejam publicamente divulgados. Altas patentes do mundo da política, dos negócios, do desporto ou das artes têm sido associados à rede criminosa que o pedófilo criou com Ghislaine Maxwell. Na lista figuram nomes como Donald Trump, Bill Clinton, Mick Jagger ou Woody Allen.

Maria Colón, advogada de Jeffrey Epstein

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