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  • “Quando deixo de falar de trabalhadores e passo a falar de colaboradores, os trabalhadores deixam de existir”, Pacheco Pereira
  • “Quando deixo de falar de trabalhadores e passo a falar de colaboradores, os trabalhadores deixam de existir”, Pacheco Pereira
  • “Quando deixo de falar de trabalhadores e passo a falar de colaboradores, os trabalhadores deixam de existir”, Pacheco Pereira
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A Comissão de Trabalhadores (CT) da agência Lusa denunciou esta segunda-feira um incidente grave ocorrido na passada quarta-feira, 29 de abril, quando elementos seus foram alvo de comportamentos insultuosos e intimidatórios por parte de um funcionário do Gabinete do Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro.

O incidente ocorreu no final da tarde, imediatamente após uma reunião formal com o ministro – que, segundo a CT, decorreu “de forma cordata apesar das divergências de pontos de vista”. Fora da sala, o funcionário abordou os representantes dos trabalhadores num “tom visivelmente alterado”, perante dirigentes sindicais e outros dois membros do gabinete, acusando-os “de forma agressiva” pelas notícias publicadas recentemente sobre a agência.

Miguel Ferreira da Silva

O mesmo funcionário teceu ainda comentários sobre as reuniões de 26 de novembro, que envolveram a Direção de Informação da Lusa, a CT e a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), e demonstrou, segundo a CT, “total desconhecimento” sobre as funções das comissões de trabalhadores e dos sindicatos. O episódio prolongou-se por mais de dez minutos.

No momento, os elementos da CT “evitaram a discussão”, mas foram obrigados a afirmar que se sentiram “insultados e infantilizados” e que os comportamentos eram “impróprios de um funcionário com responsabilidades públicas”. A CT classificou o incidente como “muito grave” e enviou uma exposição formal ao chefe de gabinete do ministério na mesma noite.

Na quinta-feira, 30 de abril, o chefe de gabinete respondeu por escrito, reconhecendo que o comportamento do funcionário foi “inadequado” – admissão que o próprio já havia feito. O funcionário tentou ainda contactar telefonicamente os membros da CT, pedido que foi recusado, tendo a comissão insistido num esclarecimento formal.

O Gabinete do ministro garantiu querer manter um “contacto regular, respeitoso e construtivo” com os trabalhadores e afirmou que “jamais seria admissível qualquer tentativa ou forma de condicionamento da liberdade e independência dos jornalistas e dos órgãos de comunicação social”.

O comunicado foi subscrito pelos três sindicatos com presença na Lusa: o Sindicato dos Jornalistas (SJ), o Sindicato dos Trabalhadores do Setor dos Serviços (SITESE) e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente (SITE).

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