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  • “O 25 de Abril é muito mal explicado aos miúdos”, Manuel Freire
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A policial militar envolvida na morte de uma mulher na zona leste de São Paulo foi suspensa das funções após a forte repercussão do caso. A decisão determina o afastamento imediato da agente, que ficará sem porte de arma e sob medidas cautelares, incluindo recolhimento domiciliário.

O episódio aconteceu no início de abril, no bairro Cidade Tiradentes. A vítima, Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, foi baleada durante uma abordagem policial. Segundo as informações apuradas, a ocorrência teve início após um desentendimento na via pública, que levou à intervenção da Polícia Militar. Durante a ação, houve confronto entre a mulher e a agente, terminando com o disparo que atingiu a vítima.

Thawanna chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O caso gerou grande comoção e passou a ser amplamente divulgado, sobretudo após a circulação de vídeos e relatos que levantaram dúvidas sobre a conduta da policial.

Com o avanço das investigações e a pressão pública, a Justiça entendeu haver indícios de irregularidades na atuação. Na decisão, foram apontados possíveis sinais de uso excessivo da força, o que levou à aplicação de medidas restritivas contra a agente.

Além de ser afastada, a policial está proibida de contactar testemunhas e familiares da vítima, bem como de sair da comarca sem autorização judicial. O armamento também foi recolhido.

O caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, incluindo a Polícia Civil e a Corregedoria da Polícia Militar. As apurações devem analisar imagens, depoimentos e outros elementos que possam esclarecer as circunstâncias do disparo.

A morte reacendeu o debate sobre a atuação policial em abordagens e o uso da força, especialmente em áreas periféricas. O processo segue em curso e poderá ter novos desenvolvimentos nos próximos dias.

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