A comunicação brasileira está de luto. Foi confirmada, na noite desta quinta-feira,16, a morte encefálica da jornalista Alice Ribeiro, de 35 anos. A repórter da Band Minas não resistiu às graves lesões sofridas num trágico acidente rodoviário ocorrido na tarde de quarta-feira, na BR-381, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Alice Ribeiro estava internada em estado crítico no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Segundo a equipa médica, o protocolo de morte cerebral foi concluído após a realização de diversos exames, que atestaram a perda irreversível das funções cerebrais, provocada por um traumatismo craniano grave.
Detalhes do Acidente
O infortúnio ocorreu quando a equipa de reportagem da Band Minas regressava de uma gravação. Ironicamente, os profissionais preparavam uma matéria sobre o elevado índice de perigosidade e a necessidade de duplicação daquele mesmo trecho da BR-381.
- Vítimas: Além de Alice, o acidente vitimou o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que faleceu no local da colisão.
- Dinâmica: O veículo da estação colidiu frontalmente com um camião. Alice foi resgatada de helicóptero, mas o seu quadro clínico permaneceu instável desde a admissão hospitalar.
Carreira e Legado
Alice Ribeiro era um rosto familiar no jornalismo mineiro, com passagens pela TV Globo, Record e TV Alterosa, antes de integrar a redação da Band, em 2021. Em 2024, após uma etapa em Brasília, regressou a Belo Horizonte para reforçar a equipa local.
“A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice e afirma que está a prestar toda a assistência à família da repórter”, declarou a emissora em nota oficial.
A jornalista deixa o marido e um filho de apenas nove meses. O falecimento de Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa gera uma onda de consternação entre colegas de profissão e autoridades, que destacam a dedicação dos dois profissionais em servir o público com informação de qualidade.