Frase do dia

  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
  • “Fui a pessoa mais atacada do Mundo nas redes sociais”, Meghan Markle
Search

Aníbal Cavaco Silva, de 86 anos, saiu em defesa da “ação reformista” do governo e falou da importância de políticas centradas em reformas estruturais. Num ensaio enviado ao Expresso, o antigo Presidente da República refere que o País precisa de um rumo claro e consistente.

Cavaco Silva mostra-se muito crítico em relação à oposição e aponta fragilidades tanto no PS como no Chega. Sobre os socialistas, considera que existe uma “falta de discernimento” e sugere que o partido ignora erros do passado e não apresenta soluções sólidas para o futuro. O ex-chefe de Estado recorda ainda a situação financeira de 2011, quando o PS era liderado por Sócrates, referindo que Portugal esteve próximo da bancarrota: “É uma oposição carecida de discernimento que esquece a quase bancarrota a que o governo do PS conduziu o País em 2011.”

Ao mesmo tempo, Cavaco deixa críticas em relação ao crescimento de partidos mais radicais, como o Chega, e classifica-o como parte de uma oposição pouco consistente: “Trata-se de uma força política desprovida de uma ideologia minimamente coerente, que tem revelado uma óbvia impreparação técnica para falar de políticas para o progresso do País e que tem como marca distintiva a retórica da confrontação e o discurso teatral do ódio, do insulto, da calúnia e da mentira.”

No texto, o antigo governante insiste que o País deve apostar numa estratégia que promova crescimento económico sustentável, defendendo políticas que incentivem o investimento e a produtividade. Na sua perspetiva, só com reformas será possível garantir melhores condições de vida e aproximar Portugal dos países mais desenvolvidos.

Apesar das críticas, Cavaco admite que alguns setores da oposição poderão vir a reconhecer a necessidade das mudanças, e afirma que o País “acabará por perceber” o que realmente precisa.

Recomendado para si