Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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O avanço da medicina regenerativa no Brasil atingiu um novo patamar com a recuperação de Bruno Drummond de Freitas, o primeiro paciente tetraplégico do mundo a ser submetido ao tratamento experimental com polilaminina. O jovem, que perdeu totalmente os movimentos dos braços e das pernas num trágico acidente em 28 de abril de 2018, é hoje o símbolo de uma revolução científica liderada pela professora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O acidente ocorreu durante uma viagem de família entre São Paulo e Teresópolis. Bruno, que dormia no banco de trás sem cinto de segurança no momento da colisão, sofreu uma lesão cervical completa, o que interrompeu definitivamente a comunicação entre o seu cérebro e o resto do corpo. “Só me lembro que adormeci e acordei sem movimentos, mexendo apenas a cabeça, sem sentir nada”, recorda o jovem sobre o fatídico dia.

A reviravolta começou com a aplicação da polilaminina, uma proteína sintética que funciona como uma “ponte” biológica, estimulando os neurónios a criarem novas rotas nervosas. Após o tratamento, Bruno não só recuperou a sensibilidade, como já frequenta o ginásio, onde consegue levantar mais de 20 kg, desafiando um diagnóstico que, até há pouco tempo, era considerado irreversível.

O projeto, que conta com a parceria do laboratório Cristália, já obteve autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ensaios clínicos formais. Além de Bruno, mais de 20 pacientes já apresentaram melhorias significativas na mobilidade e autonomia, colocando a ciência brasileira na vanguarda do tratamento de lesões medulares a nível global.

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