Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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Maria Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, que se encontrava desaparecida há 12 dias, foi encontrada morta este sábado, dia 31.

Em comunicado, a Polícia Judiciária (PJ) informou que desencadeou uma operação policial na zona da Lourinhã, que resultou na detenção do presumível autor do homicídio da agente imobiliária, desaparecida desde o passado dia 19 de janeiro.

Segundo a PJ, durante a investigação foram recolhidos indícios e elementos probatórios que permitiram identificar o suspeito. Foi igualmente realizada uma busca domiciliária à residência do detido, onde foram encontrados vestígios hemáticos (manchas de sangue) considerados relevantes para o inquérito. A identidade do suspeito não foi, para já, divulgada.

O detido será presente a juiz nos próximos dias para primeiro interrogatório judicial. A investigação “prossegue com vista ao cabal apuramento das circunstâncias em que o crime ocorreu”, refere ainda a PJ.

De acordo com a CNN Portugal, o corpo de Maria Amaral foi retirado da Lagoa de Óbidos durante a noite deste sábado, depois de o suspeito ter confessado o crime às autoridades. A detenção foi efetuada ao abrigo de um mandado fora de flagrante delito, emitido pelo magistrado do Ministério Público responsável pelo inquérito.

Após o desaparecimento da agente imobiliária, multiplicaram-se os apelos nas redes sociais na tentativa de obter informações sobre o seu paradeiro. Entre as figuras públicas que se associaram a esses apelos esteve a cantora Nucha, que reagiu, entretanto, à morte de Maria Amaral através das redes sociais.

“Minha querida Maria Amaral… Não sei o que escrever… Que a tua alma descanse junto da tua querida mãe. Estou profundamente abalada com o que vejo neste mundo”, escreveu a artista numa publicação no Instagram.

No passado dia 26 de janeiro, o jornalista Luís Maia, do programa ‘Casa Feliz’, da SIC, revelou ter falado com o atual companheiro de Maria Amaral, que referiu que a relação tinha cerca de dois meses e que o casal passou o Natal junto. Segundo o relato, no dia do desaparecimento, ambos estiveram juntos de manhã, mas a partir das 14:00 Maria Amaral deixou de estar contatável.

Ainda de acordo com essa informação, a última localização conhecida do telemóvel da vítima terá sido registada às 21:57, no centro das Caldas da Rainha, indicando que o aparelho foi utilizado a essa hora.

Foram também divulgadas, pela CMTV, informações sobre relações passadas da vítima, incluindo referências a conflitos e alegadas situações de violência, dados que continuam a ser analisados no âmbito da investigação em curso.

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