Frase do dia

  • “Nós vamos extinguir-nos por falta de descendência”, Miguel Sousa Tavares
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A Polícia Judiciária (PJ) lançou um alerta para um novo esquema de burla onde um indivíduo se identifica como agente da PJ para convencer as vítimas de que estão a ser burladas. O objetivo é extorquir dinheiro e dados bancários através do pânico gerado.

O esquema chega por e-mail, chamada telefónica ou WhatsApp. O burlão identifica-se como André Santos, com um alegado crachá da PJ com o número 28374, dizendo exercer funções no Centro de Investigação Criminal de Braga como investigador principal. Todas estas informações são falsas.

Durante o contacto, o suspeito tenta convencer a vítima de que a sua conta bancária está a ser utilizada indevidamente por terceiros, mencionando o nome de Carlos Boleiro, alegadamente procurado pela Interpol, e referindo uma suposta tentativa de crédito feita em nome da vítima. Para tornar o esquema mais credível, o burlão já tem na sua posse dados pessoais da vítima, como o nome, contacto e instituição bancária.

O objetivo é recolher mais dados bancários e conduzir ao pagamento de valores por meio de entidade e referência. Quando a vítima recusa, o tom da conversa muda: surgem ameaças de notificação para comparecer no Departamento de Investigação Criminal de Braga, acompanhadas do envio de um falso Mandado de Comparência e de uma fotografia de um cartão de identificação falsificado. As ameaças tornam-se mais agressivas, com frases como “se não cooperar passa de queixosa a arguida”.

A PJ recomenda que não se acredite, não se ceda e se corte de imediato a comunicação. Em caso de dúvida, as autoridades aconselham a contactar os serviços oficiais da PJ para reportar o sucedido.

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