Frase do dia

  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
Search

Esta quinta-feira será conhecido o sentido de voto da UGT sobre a lei “Trabalho XXI” durante a reunião do secretariado nacional da central sindical. Porém, o dirigente sindical Carlos Alves já tornou pública a sua posição: “Eu irei votar negativamente este anteprojeto”.

Segundo declarações do jornal Eco, na Conferência Anual do Trabalho em Lisboa, Carlos Alves quer também deixar claro que o seu voto não representa o voto da UGT: “Nós levamos muito a sério o funcionamento dos nossos órgãos, não sei se será a posição maioritária”, argumentou.

O dirigente sindical quis ainda pedir, caso a UGT chumbe o Pacote Laboral e esta polémica lei passe às mãos do Parlamento, que a versão a ser avaliada pela Assembleia da República seja a negociada ao longo dos nove meses de reuniões: “houve alguns progressos e isso é importante”.

Governo não usará a versão trabalhada em Concertação Social

Na Conferência Anual do Trabalho, a ministra Rosário Palma Carvalho reafirmou que, sem o acordo da UGT, a lei final incluirá contributos negociados, mas “não será igual ao anteprojeto”. A governante confirmou que a versão a debate será mais próxima da posição do Executivo e das quatro confederações empresariais na Concertação Social.

Ao remeter a responsabilidade para a central sindical, a ministra colocou a UGT num dilema: ou viabiliza um anteprojeto que pode gerar contestação interna e sindical, ou rejeita a Lei Laboral, arriscando a aprovação parlamentar de um diploma que considera ainda mais penalizador para os trabalhadores. “O Governo esteve sempre de boa-fé e fez inúmeras aproximações”, argumentou a ministra, assegurando que “preza a paz social”.

Recomendado para si