Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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Oscar Cardozo, também conhecido por Tacuara, anunciou esta quinta-feira, 16, que terminou a carreira de jogador de futebol, aos 42 anos. Através de um vídeo partilhado nas redes sociais, relembrou as equipas por onde passou, entre eles o SL Benfica, onde atingiu o recorde de melhor goleador estrangeiro da história do clube.

“Hoje encerro a minha carreira com gratidão e agradeço a Deus por cada passo e cada oportunidade e por tudo o que vivi nestes 23 anos no futebol. Não é uma despedida, porque continuarei de outra maneira, contribuindo com a minha experiência, ajudando jovens que também sonham chegar longe”, revelou.

Ao longo de mais de seis minutos, o jogador relembrou toda a sua carreira e clubes por onde passou, com uma mensagem emotiva. “Tudo começou há pouco mais de 23 anos”, lembrou, “quando foram buscar um menino que fazia carvão ao lado do pai para ajudar em casa”. O paraguaio confessou que desde miúdo “sonhava chegar longe, apesar da vida parecer dizer-lhe o contrário”.

Passou pelo 24 de junho, a seleção Pastoreo e o 3 de Febrero, que lhe permitiram descobrir que “o futebol podia mudar destinos”, até ao Nacional, que marcou “um antes e um depois” na sua vida. Foi esse o clube que lhe possibilitou a estreia na primeira divisão. Em 2007, jogou pelos argentinos Newell’s Old Boys, onde se abriram portas a “novas experiências”.

“Chegou depois o grande salto para Europa, acompanhado sempre pela motivação e o afeto de todos os que acreditaram em mim desde menino. No Benfica senti-me em casa desde o primeiro dia, receberam-me como um dos seus e onde pude mostrar a minha melhor versão como futebolista”, partilhou.

O título de melhor goleador estrangeiro da história do Benfica, com 172 golos em 293 jogos, é uma conquista que carrega “com muito orgulho”. “Pelo Benfica joguei as competições mais importantes do mundo como a Liga dos Campeões e a Liga Europa, representando um clube gigante e uns adeptos que não esqueço. Portugal deu-me identidade, respeito e um lugar eterno na sua história”, relembrou.

Ao turco Trabzonspor e ao grego Olympiacos agradeceu por o receberem “como um rei” e por terem proporcionado memórias que nunca esquecerá. “Dois países, duas culturas, mas a mesma paixão. Estou eternamente grato.”

A seleção paraguaia foi “o sonho mais profundo daquela criança que começou entre o carvão e o sacrifício”. “Sempre que vesti a camisola do meu país, senti que levava a minha família, a minha gente e a todo um Paraguai inteiro que não pára de lutar. Defender estas cores foi um privilégio que vivi com o coração nas mãos.”

Por último, com o Libertad, clube que representou durante os últimos nove anos, regressou ao país que o viu começar a jogar. “Aqui pude terminar a minha carreira com a mesma ilusão e paixão daquele menino que sonhava e nunca deixou de acreditar que o futebol podia mudar a sua vida.”

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