Frase do dia

  • “É o manto verde a funcionar”, Rui Borges, com ironia sobre a arbitragem no Aves-Sporting
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A Força Aérea informou que o estrondo ouvido esta segunda-feira, 27, na zona da Figueira da Foz, resultou de uma missão operacional de um F-16M. Na operação, que ocorreu no âmbito da defesa aérea, houve necessidade de ultrapassar a barreira do som. A entidade assegura que não existiu qualquer perigo para a população.

“O exercício realizou-se ontem às 12:30. Este tipo de atividade é essencial para garantir a prontidão e eficácia dos meios nacionais na salvaguarda do espaço aéreo, estando a todo o momento assegurado o controlo da situação/atividade”, avançou a Força Aérea, em comunicado.

O estrondo deveu-se ao facto de que, “em determinadas condições atmosféricas, nomeadamente inversões térmicas ou variações de densidade do ar, pode verificar-se uma maior propagação das ondas de choque, tornando o fenómeno mais audível e abrangente que o expectável à superfície”.

A Força Aérea assegura que “não existiu qualquer situação de perigo para a população, tratando-se de uma ocorrência pontual decorrente de operações essenciais à segurança e defesa nacional”: “A Instituição mantém o seu compromisso permanente com a defesa do espaço aéreo nacional e a segurança dos cidadãos.”

Em causa, está um estrondo seguido de uma onda de choque ouvido e sentido ontem, pelas 12:37, no parque de estacionamento exterior de uma superfície comercial na vila de Buarcos, na Figueira da Foz. Relatos ouvidos pela Lusa compararam o ruído a uma trovão longínquo, seguido imediatamente de uma onda de choque durante cerca de dois segundos que fez tremer o chão e os vidros do supermercado.

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