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  • “Se existe um povo trabalhador, é o povo brasileiro”, Lula da Silva
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Mais de 1.100 profissionais da música, incluindo 26 artistas portugueses, retiraram os seus catálogos das plataformas israelitas de streaming. O protesto surge como um boicote à 70.ª edição do Festival Eurovisão da Canção e foi formalizado através de uma carta aberta. Esta tomada de posição acontece apenas uma semana após outra petição, subscrita por figuras do entretenimento, ter manifestado apoio à realização do evento em Israel.

A lista dos músicos, divulgada esta terça-feira, dia 21, inclui os portugueses: Carlos Mendes, Calcutá, Ana Deus, Cláudia Pascoal, Cristina Branco, Fado Bicha, Filipe Sambado, Francisca Cortesão, Hause Plantes, Hetta, Iolanda, Janeiro, Joana Gama, Jorge Palma, Júlio Resende, Linda Martini, Luca Argel, Mayra Andrade, Pedro Melo Alves, Raquel Martins, Scúru Fitchádu, Selma Uamusse, Stereossauro, Sónia Trópicos, The Legendary Tigerman e Xullaji.

Entre os internacionais estão Black Country New Road, Brendan Perry (dos Dead Can Dance), Brian Eno, Chester Hansen (BADBADNOTGOOD), Dry Cleaning, Erika de Casier, Gus Gus, Henka, Hot Chip, IDLES, Julia Rigby, Kneecap, Macklemore, Massive Attack, Mogwai, Of Monsters And Men, Peter Gabriel, Primal Scream e Sigur Rós.

Os assinantes defendem que “pelo terceiro ano consecutivo, as milhões de pessoas que se espera que acompanhem o concurso verão Israel a ser celebrado em palco, apesar o genocídio em curso em Gaza, enquanto a Rússia continua banida pela invasão ilegal da Ucrânia”.

Na semana passada (15), foi apresentado um outro documento, subscrito por mais de um milhar de “celebridades e profissionais da indústria do entretenimento, que rejeitam as tentativas para se banir Israel da Eurovisão”. Entre eles: Daniela Ruah, Amy Schumer, Mila Kunis, Helen Mirren, Julianna Margulies, Debra Messing, Emmy Rossum, Selma Blair e Mayim Bialik, atores como Jerry O’Connell, Joshua Malina, Liev Schreiber, a escritora Erin Foster, os músicos Gene Simmons (dos Kiss), Matisyahu e Boy George, o jogador de basquetebol Anthony Edwards ou o empresário Scooter Braun.

Os subscritores defendem que o concurso, “que tem mais espectadores do que o Super Bowl” – a final do campeonato nacional norte-americano de futebol americano – “é uma celebração da unidade e não deve ser usado como instrumento político”.

Relembre-se que não é a primeira vez que a edição de 2026 do Festival sofre boicotes. Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia decidiram não participar, devido à permanência de Israel no concurso. Já Portugal vai marcar presença com o grupo Bandidos do Cante e juntar-se às restantes 34 nações que estarão na competição, marcada para maio na Áustria.

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