Frase do dia

  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
Search

Uma mulher deu aulas de Matemática em várias escolas durante mais de três décadas sem possuir as habilitações necessárias para exercer a profissão. A docente, identificada como Paula Pinto Pereira, apresentou certificados falsos que lhe permitiram ser admitida no ensino público e progredir na carreira como se tivesse formação superior na área. Foi agora acusada pelo Ministério Público de usurpação de funções.

O caso foi descoberto em 2021, depois de denúncias anónimas terem chegado à Inspeção-Geral da Educação e Ciência. A investigação confirmou que os documentos apresentados eram falsificados e que a professora nunca concluiu o curso exigido para o cargo.

Para além de ter dados aulas em escolas diferentes, a a falsa professora escreveu manuais de Matemática que, pelo menos até ao final do último ano letivo, ainda eram os escolhidos por diversas escolas para os alunos dos 11.º e 12.º anos, pois as editoras consideraram estes livros “válidos”.

Ao longo de 36 anos, recebeu salários e outros benefícios do Estado, o que levou o Ministério da Educação a exigir-lhe a devolução de cerca de 350 mil euros, valor que considerou indevidamente obtido. No entanto, os tribunais decidiram que a antiga docente não terá de devolver o dinheiro, entendendo que não houve base legal para essa restituição.

A mulher acabou por ser demitida da função pública, e o caso gerou forte polémica no setor educativo, levantou dúvidas sobre os mecanismos de verificação das qualificações dos docentes e a eficácia dos controlos administrativos que deveriam evitar situações deste tipo.

Segundo a acusação, já tornada pública esta semana, os acontecimentos tiveram lugar em diferentes escolas, onde a arguida desempenhou igualmente funções de orientadora de estágios e diretora de turma.

Após a investigação, o Ministério Público (MP) afirmou que está “suficientemente indiciado” que a arguida exerceu as funções de professora sem as habilitações necessárias. Acrescenta ainda o MP que Paula Pinto Pereira exerceu também o cargo de coordenadora do Plano Curricular de Matemática durante os anos letivos de 2007/2008 e 2008/2009 no agrupamento escolar a que estava vinculada, sendo responsável por planear, coordenar e assegurar a aplicação do plano estabelecido pelo Ministério da Educação. Irá responder em tribunal por usurpação de funções.

Além disso, a arguida atuou ainda como avaliadora externa de outros docentes.

Recomendado para si