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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Os portugueses têm um acesso limitado a medicamentos, já que cerca de um terço dos fármacos autorizados em Portugal não chegaram ao mercado. A fatura é pesada, uma vez que a falta destes remédios provoca a morte a 1577 pessoas por ano. Esta é uma das conclusões da primeira edição do Index da Equidade de Acesso ao Medicamento, da Associação Portuguesa de Medicamentos pela Equidade em Saúde (EQUALMED), desenvolvido pela IQVIA.

Entre 2022 e 2025, Portugal ficou abaixo de países como Espanha, Itália, França e Bélgica, no que toca aos preços dos medicamentos. Em média, cada português gasta 148,3 euros, apesar de o salário médio anual no País fixar-se nos 20 mil 451 euros. Os franceses, por exemplo, ganham quase 45 mil euros por ano, gastando, em média, 72,7 euros em fármacos. Isto significa que 16,1% da população, em Portugal, tem dificuldade em adquirir medicamentos.

A EQUALMED refere que cerca de um terço das Autorizações de Introdução no Mercado “não resultaram em comercialização efetiva, incluindo medicamentos críticos, o que limita o acesso real dos doentes”.

Ainda assim, Portugal é o país que aprova mais rapidamente o financiamento de genéricos e biossimilares, demorando 30 dias a efetuar o processo. Contrariamente, a França e a Bélgica levam 135 dias a fazer o mesmo.

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