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  • 'O que é que fazem primeiros-ministros e presidentes da República no X?', Paulo Portas
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A associação Citizen’s Voice vai avançar com uma ação judicial contra a FNAC, por alegadas “falsas promoções” durante a campanha de Black Friday, que oficialmente arranca esta sexta-feira, 28, mas que, no caso da conhecida marca, começou no dia 20.

Segundo a CNN Portugal, que teve acesso à petição inicial, a associação acusa a empresa de “anunciar e publicitar sistematicamente falsos descontos” numa vasta gama de produtos. O presidente da Citizen’s Voice, Otávio Viana, afirma que foram reunidas “provas de que, durante este período de Black Friday, a FNAC apresentou uma promoção para uma câmara fotográfica que, na verdade, custava mais 10,99 euros do que o preço original”.

Contactada pelo mesmo meio, fonte oficial da FNAC considerou não ser oportuno comentar o caso, alegando que o assunto está “a ser tratado em sede própria”.

Na petição, é dado como exemplo a máquina fotográfica instantânea “Fujifilm Instax Mini 41”. Entre 1 de setembro e 19 de novembro, o produto era vendido por 89 euros. Já no dia 20 deste mês, no âmbito da campanha “Back Friday FNAC 2025”, o preço subiu para 99,99 euros e anunciado como promocional. A associação refere ainda que a etiqueta eletrónica apresentava um preço de 109,99 euros com a indicação “PVPR” – valor que, assegura, não corresponde ao preço de referência real e que poderá induzir o consumidor a crer que está perante um desconto de 10 euros.

A Citizen’s Voice tem vindo a mover outras ações semelhantes contra grandes retalhistas. Desde 2023, mantém no Tribunal de Cascais um processo contra a Media Markt, por alegadas falsas promoções em máquinas de lavar loiça. Em janeiro último, avançou igualmente com uma ação contra a Amazon, em Portugal, por práticas que considera enganosas na comunicação de descontos.

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