Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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A Câmara Municipal de Gaia cancelou a construção do Complexo Aquático da Lavandeira, um projeto de cerca de 10 milhões de euros que tinha iniciado em março e que gerou polémica devido à destruição de centenas de árvores no Parque da Cidade.

Segundo o presidente da autarquia, Luís Filipe Menezes, foram detetadas irregularidades no processo de concessão do terreno municipal, que seria cedido por 60 euros por dia durante 40 anos a empresa espanhola Supera para a construção e exploração do equipamento. A Câmara decidiu anular o acordo assinado pelo anterior executivo e recuperar a área para o Parque da Cidade, comprometendo-se a plantar novas espécies a partir de 21 de março.

O projeto previa a construção de uma piscina olímpica com várias pistas, tanque infantil, zona de spa, ginásio, salas polivalentes, ludoteca, estacionamento e piscina exterior. A autarquia justificava a obra, que arrancou em março do ano passado, com a necessidade de infraestruturas deste tipo na Área Metropolitana do Porto e estimava a criação de 100 empregos durante a construção e 50 na fase de exploração.

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