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  • “O 25 de Abril é muito mal explicado aos miúdos”, Manuel Freire
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A modelo brasileira Gisele Bündchen, de 45 anos, revelou que decidiu abandonar a dieta vegana após enfrentar uma série de problemas de saúde relacionados com o regime alimentar que seguia há vários anos. A revelação surge no seu mais recente livro, ‘Nutrir: receitas simples para corpo e alma’, onde partilha detalhes sobre a sua rotina, alimentação e bem-estar.

Segundo a própria, a exclusão total de produtos de origem animal acabou por ter consequências no organismo, especialmente ao nível dos níveis de ferro. Apesar de manter uma alimentação considerada equilibrada dentro do universo vegetal, com recurso a leguminosas, vegetais de folha verde e suplementação, Gisele acabou por desenvolver anemia, um problema que começou a afetar a sua energia e disposição no dia-a-dia.

A modelo explica que, numa tentativa de compensar a ausência de proteína animal, aumentou significativamente o consumo de alimentos como feijão, lentilhas e grão-de-bico. No entanto, essa adaptação trouxe outros efeitos indesejados, como desconforto abdominal, inchaço e episódios frequentes de gases, o que acabou por comprometer o seu bem-estar digestivo.

Perante este cenário, decidiu reavaliar a sua alimentação e optou por reintroduzir gradualmente produtos de origem animal, nomeadamente carne, procurando uma abordagem mais equilibrada e ajustada às necessidades do seu corpo. A decisão, segundo relata, não foi apenas motivada por questões físicas, mas também por factores emocionais e culturais.

Natural do sul do Brasil, Gisele destacou a forte ligação às tradições familiares, onde o consumo de carne, especialmente em churrascos, assume um papel central nos momentos de convívio. A modelo refere que essa reconexão com as suas origens também pesou na escolha de abandonar o veganismo estrito.

Actualmente, Gisele Bündchen segue uma dieta mais flexível, baseada sobretudo em alimentos naturais e orgânicos, mas sem excluir completamente produtos de origem animal. O objectivo, explica, é encontrar um equilíbrio que permita manter a saúde, a energia e a qualidade de vida, respeitando ao mesmo tempo os sinais do próprio corpo.

No livro, a modelo reforça ainda a importância de uma alimentação consciente e individualizada, defendendo que não existe uma fórmula única que funcione para todos. A experiência pessoal serviu-lhe como alerta para a necessidade de adaptar hábitos alimentares às respostas do organismo, em vez de seguir padrões rígidos.

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